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quarta-feira, 18 novembro 2020

Entenda porque a Geração Distribuída será uma das principais alavancas do setor até 2030

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cinco lâmpadas lado a lado com um fundo simples azul

Desde sempre a energia é um recurso decisivo no crescimento econômico e um fator-chave para o bem-estar social.

As importantes transformações tecnológicas do século XX, por exemplo, só foram possíveis devido à disponibilidade e ao aumento do acesso a recursos energéticos.

Da mesma forma, a demanda por soluções e serviços de energia elétrica segue uma tendência crescente no século XXI. Ainda mais aqueles mais tecnológicos, eficientes e com menor impacto ambiental ao longo de toda a cadeia da geração e transmissão até a distribuição.

Nesse contexto, a Geração Distribuída (GD) surge como resposta a essa necessidade. Uma alternativa moderna, sustentável e viável às soluções tradicionais, capaz de atender à demanda de consumo energético de forma estável e confiável.

Mas o que é Geração Distribuída de Energia?

O termo GD é dado à energia elétrica gerada no local de consumo ou próximo a ele, conectada diretamente à rede de distribuição. Isso significa que a geração pode ocorrer com diversas fontes de energia sustentáveis como energia eólica e solar, além da proveniente de usinas hidrelétricas.

No Brasil, a GD tem como base o net metering, no qual o consumidor-gerador recebe um crédito na conta caso haja um saldo positivo de energia gerada e inserida na rede após descontar seu próprio consumo. Em outras palavras, sempre que existir esse saldo positivo, o consumidor recebe um crédito em energia (em kWh) na próxima fatura e terá até 60 meses para utilizá-lo. 

Todavia, ele não pode comercializar o montante excedente da energia gerada por GD. Então, a rede elétrica disponível é utilizada apenas como backup quando a energia gerada localmente não é suficiente para satisfazer as necessidades de demanda. Mas isso geralmente só ocorre quando se trata de fontes intermitentes de energia, como a solar.

Projeções para a próxima década

Em setembro deste ano, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, afirmou que até 2030 o número de consumidores de Geração Distribuída pode chegar a 3 milhões. Além disso, a EPE também estima que o mercado de micro e mini geração distribuída deve movimentar até R$ 70 bilhões de investimento nos próximos 10 anos.

Mas esse contexto já vinha se mostrando viável anteriormente. Em 2017, por exemplo, a capacidade instalada de energias renováveis ultrapassou os setores de combustíveis fósseis e nuclear. Do mesmo modo, também foi responsável por 25% da produção global de eletricidade (dados da International Energy Agency; IEA). Já em 2018, o consumo global de energia elétrica aumentou 2,3% – a maior marca desde 2010, segundo levantamento da Enerdata.

Outro dado que reforça o potencial da GD, apontado pela EPBR, é de que esse mercado triplicou em 2019. A potência de Geração Distribuída instalada atingiu 2,1 GW em mais de 170 mil sistemas. E um novo levantamento, feito neste ano pela Associação Brasileira de Geração Distribuída aponta para 305 mil sistemas. Como resultado, o Brasil já é o maior mercado de energias renováveis da América Latina e um dos 10 maiores produtores e consumidores do mundo. 

Vantagens da Geração Distribuída

O aumento exponencial da Geração Distribuída pode ser facilmente compreendido se analisarmos o conjunto de vantagens desse sistema:

  • Economia:

A economia na fatura é, sem dúvida, uma das maiores vantagens da Geração Distribuída para o consumidor final. As cooperativas administradas pela Gedisa podem receber até 15% de desconto na tarifa mensal.

  • Facilita o abastecimento de energia elétrica em regiões isoladas:

Como a geração de energia é descentralizada, a GD oferece um acréscimo significativo em relação à distribuição geográfica.

  • Ganho de competitividade:

A economia gerada pela redução de custos com energia elétrica, proporcionada pela GD, permite que as empresas aumentem seus investimentos em modernização, melhorias ou novos produtos.

Ao mesmo tempo, outro ponto positivo é que a GD não é apenas uma opção para grandes empresas ou consumidores com alto potencial financeiro. A GD também é uma opção acessível para pequenos negócios que querem reduzir sua fatura de energia. Qualquer empresa do subgrupo B3 pode se tornar um cooperado Gedisa. Inclusive condomínios corporativos e residenciais, além de qualquer outro segmento de consumo que queira adotar energia sustentável com o melhor custo-benefício.

A Gedisa é especialista em levar GD para comerciantes, pequenas e médias empresas com transparência, praticidade e sem custo de adesão.   

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Feito com por Black Flag Publicidade