Carregando

segunda-feira, 20 abril 2020

Pequenos Negócios: 5 Dicas para enfrentar a crise do Covid-19

Por

O momento para o empreendedor é de se reinventar e minimizar os danos econômicos.

O isolamento social mandatório ocasionado pela disseminação do Covid-19 está causando muitas mudanças na economia de vários países. No Brasil isso não é diferente. Com a quarentena, a maioria dos negócios receberam determinação de fechamento pelo Governo, sem data para reabertura.

Mesmo que isso afete a todos de alguma forma, os pequenos negócios e comércios, que dependiam do dia a dia para ter renda, foram alguns dos mais afetados. Segundo a pesquisa realizada pelo Sebrae, 89% dos pequenos negócios enfrentaram queda no faturamento.

Ainda de acordo com o levantamento, caso as medidas de isolamento da população permaneçam por mais tempo, 36% dos empreendimentos devem fechar as portas em um mês. Mas, apesar do cenário parecer ruim, algumas medidas podem ser tomadas para minimizar esse dano.

Segundo o gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae, Enio Pinto, a crise é causada fundamentalmente por um problema de caixa. “Se o problema é de caixa, a gente precisa buscar o equilíbrio. Isso passa por tentar reforçar as receitas, por um lado, e reduzir os custos de outro”, diz o gerente.

Mas como?

Reunimos 5 dicas de ouro dadas por especialistas para ajudar a transformar sua forma de ganhar dinheiro e reduzir os custos no momento de crise:

1º Mergulhe nas Redes Sociais

As redes sociais têm um grande papel neste momento. Com o cliente recluso, com certeza o que não falta hoje é gente navegando na internet, principalmente usando as redes sociais, seja para consumir conteúdo, seja para compartilhá-lo. Os pequenos negócios podem e devem utilizar amplamente esse recurso, que é gratuito e muitas vezes com baixo investimento. Mas fica sempre um alerta: busque profissionais da área para te ajudar a traçar uma estratégia e fazer um trabalho profissional!

 

2º Chegou a hora de vender online

Você tem uma loja de roupas, de decoração, de livros ou vende qualquer outra coisa? Então essa fase pode ser o início da sua revolução digital! O momento é este. Não esqueça de avaliar quais as diferentes plataformas disponíveis no mercado e qual se adéqua mais às suas necessidades. Hoje em dia, porém, há várias disponíveis com diferentes tamanhos de investimento. As pessoas estão em casa e esse pode ser o momento em que ela está com tempo para comprar o que você vende.

3º Invista no Delivery

Prestadores de serviço e negócios de alimentação começam a sofrer com a ausência de clientes em suas lojas físicas. Mas não esqueça que as pessoas continuam consumindo em casa. Neste caso, é melhor o empresário se adequar para pagar as taxas cobradas pelos aplicativos de delivery do que não vender nada, ou mesmo sustentar uma equipe própria de entrega, não é mesmo? No segmento de alimentação, a adesão dos bares e restaurantes a esses aplicativos se tornou praticamente uma necessidade antes da crise, agora, muito mais! Não esqueça que há opções de aplicativos que fazem entrega de compras de todos os tipos de produto. Então, se você ainda tinha alguma resistência a esse modelo de negócio, essa é a hora de repensar sua estratégia.

4º Avalie seus custos

É fundamental que o empreendedor conheça profundamente os custos da sua empresa e seja capaz de avaliar quais são aqueles imprescindíveis para manter o negócio operando. Isso demanda controle financeiro ativo. Desta forma, em um contexto de queda do faturamento, ele precisa priorizar aqueles que são realmente fundamentais e cortar ou reduzir os demais.

5º Negocie e reveja seus fornecedores

Com a queda do faturamento, você vai precisar negociar com seus fornecedores um melhor prazo para cumprir seus compromissos. Essa negociação pode trazer o fôlego necessário para manter em dia aqueles gastos e despesas que não podem ser adiados. É também o momento de avaliar se os fornecedores de produtos e serviços estão adequados ao seu negócio e se não há alternativas mais econômicas para fornecedores de serviços básicos como energia, por exemplo. Uma dica é se associar à cooperativas administradas pela Gedisa, que trabalha com geração distribuída de energia elétrica. É uma prática regulamentada pela Aneel desde 2012 que permite que pequenos negócios e comércios consumam energia com custo mais baixo, chagando a 15% de desconto na fatura de luz.

 

Leia também:

 

 

 

Feito com por Black Flag Publicidade